Educação, ciências ou artes despertam o interesse da humanidade desde que o avô de meu avô ainda ouvia de seu pai histórias de seres terrenos, extraterrenos, mitológicos e astrológicos que ainda fazem meu filho viajar para longe sentado sobre sua cama ao me ouvir atento, enquanto ativa suas atividades cerebrais inconscientes. Para conhecer essas histórias, pode-se buscá-las em livros, internet, esperar seu professor, pai ou amigo lhe contar ou ainda tirar o pijama, sair de casa e desbravar um dos 2,6 mil museus presenciais existentes no Brasil.

Documentário curta-metragem utilizado como piloto para o projeto autoral “Gente”.

Sobrevôo pela Cordilheira dos Andes a partir de Santiago/Chile.

“Ninguém sente falta do que não conhece!” Certa vez minha esposa disse esta frase quando contava sobre crianças da Amazônia que brincavam felizes com bonecas de pano, afinal nunca haviam, sequer, ouvido falar de Barbie, por exemplo, ou nenhuma outra boneca ou brinquedo das crianças pseudo-civilizadas.

Enquanto isso, nós “privilegiados” seres desenvolvidos da faixa litorânea do país, todos os dias somos atacados por fabricantes e propagandistas através dos veículos de comunicação quanto à “necessidade” de consumo imediato por produtos que, muitas vezes, nem fazem o que se prestam.

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Documentário longa metragem produzido como Projeto Integrado de Comunicação para o 2º ano do curso superior de jornalismo registra os recados e histórias de pessoas com nanismo.

Vídeo experimental utilizando a técnica de timelapse no registro de um dia típico paulistano com sua peculiar variação de humor no tempo.