“Ninguém sente falta do que não conhece!” Certa vez minha esposa disse esta frase quando contava sobre crianças da Amazônia que brincavam felizes com bonecas de pano, afinal nunca haviam, sequer, ouvido falar de Barbie, por exemplo, ou nenhuma outra boneca ou brinquedo das crianças pseudo-civilizadas.
Enquanto isso, nós “privilegiados” seres desenvolvidos da faixa litorânea do país, todos os dias somos atacados por fabricantes e propagandistas através dos veículos de comunicação quanto à “necessidade” de consumo imediato por produtos que, muitas vezes, nem fazem o que se prestam.